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domingo, 7 de abril de 2013

Projeto Roda de Leitura da 4C - Professora Maria Isabel

E os destaque pequeno leitor vai para a aluna Sabrina Ramos que até o momento já leu vários livros interessantes neste ano. Segue a lista passada por ela com os títulos:

São Mingau
Meu irmão pestinha 2 e 3
Eu sei o que vocês fizeram na tarde passada
Ensaio de monstros
As meninas do bairro das pitangueiras
Previsões astrológicas
O sumiço dos passarinhos
O sofredor do vestibular
O aniversário de 15 anos da Marina
A maravilhosa fábrica de automóveis
Fazendo uma boquinha
Não tem graça
Descobri onde você trabalha
Clic-Clic, a máquina biruta do seu Otávio
de Maurício de Souza

Minha andorinhas - Edméia Faria
Um passeio pela escola - Cláudio Martins
O aprendiz de feiticeiro - Xuxa
A boneca de pano - Rubem Alves
Rima rica - Rima pobre - Karin Sá Rego e Daniel Kondo
O diário de Anne Frank - Anne Frank
A fada que tinha ideias - Fernanda Lopes de Almeida
 

A bela adormecida
O dia do piquenique
Sapatos dançantes
A festa da Barbie
Venho das nuvens
Arte e beleza na ginástica
A dança da amizade
Um ritmo contagiante
José se torna governador
O pássaro da chuva
Barbie e suas amigas
O guarda-roupa da Barbie
Barbie no Brasil



E não se esqueça:

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Roda de Leitura . . .

O senhor e a senhora Peste são realmente terríveis. Prenderam o macaco Simão, a macaca Catarina e seus dois filhinhos em uma gaiola no quintal. O objetivo dos Pestes é montar o primeiro Grande Circo dos Macacos de Cabeça para Baixo do Mundo. Mas a situação muda no quintal dos Pestes quando aparece um grande pássaro africano que entende a língua dos macacos...

Quer saber o fim da história?
Leia : Os Pestes

A turminha da quarta-série da profa. Adriana já leu e adorou...








quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Destaques: Língua Portuguesa

Gênero textual: crônica
Tema: copa do mundo
Professora: Anelí

Segue texto de duas alunas que se destacaram nas produções textuais:

Que país é esse?

Por volta de umas 05h00 eu tento acordar. Isso mesmo: tento acordar, mas não consigo.
Então lá estava eu, debaixo das cobertas num frio de 'rachar o coco". Foi quando olhei para o relógio, que já anunciava 06h15 da manhã. Vi que não havia mais jeito: ou eu levantava ou eu perdia a prova.
Foi quanto, bravamente, eu levantei, levando comigo meu cobertor, para tomar banho. Saí por volta das 6h45.
Daí pra frente, foi uma loucura que só:
- Lascô, eu vou me atrasar!
Vesti o uniforme, passei chapinha, daquele jeito, né?
Quando saí de casa, já era 07h05 e olha que o portão da escola fechava 07h10!
Como se já não bastasse isso, foi a vez do portão da minha casa " empacar". O bichinho não quria abrir de jeito nenhum.
_ DROGAAA...! Essa coisa de portão não quer abrir de forma alguma!
Eu o chutava, balançava e nada dele abrir.
Foi quando decidi colocar a chave na fechadura do portão e girá-la.|Não é que o portão abriu!
- Ah, abriu!
Saí correndo, quase caí, empurrei um carinha... Essas coisas!
Cheguei na escola, já ofegante. Foi então que avistei um cartaz que dizia:
" Caros alunos: não haverá aula por conta do jogo do Brasil. Atenciosamente, a Direção".
Mas isso é um absurdo! Uma situação desprezível de se presenciar. É difícil de acreditar que um país, em desenvolvimento, mas ainda de terceiro mundo, em que há uma porcentagem considerável de analfabetos, parar tudo, suspender um dia de aula por conta de um jogo que acontecerá de tarde. Que pais é esse ?

Débora Olivia  8 série C

Jogo na Rua

Telão instalado na esquina da padaria, ruas enfeitadas, vizinhança toda reunida, cenário perfeito... Quase tudo pronto para o dia mais aguardado durante todo o ano por todos: o jogo do Brasil. Comerciantes, jogadores, pessoas apaixonadas pela pátria e à procura de  um subterfúgio... ? Ah, realmente horário de jogo é sagrado: hora de esquecer os problemas, deixar as diferenças de lado e, todos unidos pela alegria de ser brasileiros, torcem como uma verdadeira família. Brigas e discussões mas, tudo em prol da vitória, pois o amor pelo país é maior.
Ruas e avenidas tomadas por loucos guerreiros e batalhadores, mais conhecidos como 'brasileiros'.
O dia em que vizinhanças, bairros, um país inteiros se rune, despretensiosamente, com um só intuito: o de torcer!
Prestes a acontecer o mais aguardado durante quatro anos (ruma ao Hexa): mãos trêmulas, olhos atentos, não há unha que se salve, vizinhança ansiosa, vão ao auge do delírio quando tem o amor retribuído com um gol. A festa verde e amarela é é de dar gosto, a emoção, a alegria, a felicidade, o orgulho de ser brasileiro... não há dinheiro que compre!

Ana Bruna - Oitava série C